hora de dormir

Está um silêncio danado
Vez em quando um som de vento
Um longe passar de carros
Agora cantam os galos
Mas já de novo se faz o silêncio

Gosto dessa ausência de zunido
Meu corpo se estira na cama
A calma me faz bem aos ouvidos
Minh’alma, um quê de esperança
O som do que sinto é tão bonito

Engraçado
Eu até que neste instante gostaria
Do seu riso interrompendo minha calmaria

Tenho essa coisa absurda de gostar do absurdo.