um dois cinco

Ela ama, sonha e caminha na Paulista
Um amor solitário, traduzido em sonho ingênuo
Feito a passos largos
E que fugiu, no fim, que fim?

‘Let me sing you a Waltz’
Cantou Celine em Before Sunset
Mas não há pôr do sol, nem valsa
O Jesse tinha razão
É assim que ao fim (que fim?) todos pensam
‘Hey, I’m glad you’re gone’

E confusa e sem opção
Caminha, mas já não sonha, lamenta
E a avenida, com infinitos sinais fechados
Faz seu único destino a Consolação

7 pensamentos sobre “um dois cinco

  1. Quem, no final das contas, não adorou?

    Sabe, eu tenho uma história com “Before Sunset”; sempre quando uma pessoa evoca qualquer coisa desse filme eu sonho acordado.

    Mas, final das contas, eu já vivo sonhando mesmo. Que a menina nunca deixe de sonhar.

  2. Escrevi esse texto na primeira vez que conheci São Paulo:

    Vi a Avenida Paulista de um lado
    com meus olhos futuristas

    Depois a vi atravessada
    com meu coração de turista

    A impressão que ficou
    foi a minha como artista.

    [L.F.]

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