Sem cinema, Apenas o ‘meu’ fim

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Odeio os cinemas de Natal. Por causa deles, que mantém a programação sempre contra as nossas possibilidades, perdi Apenas o Fim, do Matheus Souza.

Quinhentas mil pessoas conhecidas viram o filme e todas, todas mesmo, disseram “nossa, tua cara! Vai lá ver.”. Perturbador demais. E é certo que eu tentei vê-lo, mas numa semana adoeci para morrer e na outra, saiu de cartaz. Praga?

Definido como um retrato de toda a juventude contemporânea e da cultura pop que nos acompanha, Apenas o Fim tem cara de filme que vai me fazer chorar e rir feito uma descontrolada no cinema. Digo isso tomando por base o que dizem os críticos em seus blogs e jornais mundo afora.

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O meu consolo é ver incessantemente o trailer até esperar sair nas locadoras (se bem que o emocionante é ver no telão…). Injustiça essa de deixar uma cidadã sem ver um filme, na paz tranquila e cinematográfica. Muito depressivo isso. Ainda mais com fofuras como Gregório Duvivier e Marcelo Adnet no elenco. Assim é pra querer sair quebrando tudo nesses cinemas insensíveis, que retiram um filme da programação justo no único dia em que a gente pode ver.

Protesto dado, agora verei o trailer pela “zilhonézima” vez. E prometo voltar com uma resenha assim que assistir, porque o pessoal merece.

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