
Ela ama, sonha e caminha na Paulista
Um amor solitário, traduzido em sonho ingênuo
Feito a passos largos
E que fugiu, no fim, que fim?
‘Let me sing you a Waltz’
Cantou Celine em Before Sunset
Mas não há pôr do sol, nem valsa
O Jesse tinha razão
É assim que ao fim (que fim?) todos pensam
‘Hey, I’m glad you’re gone’
E confusa e sem opção
Caminha, mas já não sonha, lamenta
E a avenida, com infinitos sinais fechados
Faz seu único destino a Consolação
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Sobre Polliana Araújo
Polliana Araújo é estudante de Jornalismo e inquieta. Nasceu em outubro de 1987 e de lá até aqui não conquistou prêmios, nem grandes quantias de dinheiro, nem fama. Mas também não quer. Só busca o suficiente para budegar com dignidade, ou seja, ter dinheiro sobrando para comprar livros e discos, ir ao cinema todo dia, dar uma vida melhor para a família e se filiar ao Greenpeace. Gosta de um bom papo de ônibus, lugar onde passa a maior parte do tempo. Se desdobra para contar uma boa história e, por isso, dizem que é bem expressiva, por causa dos gestos abertos e tagarelices. É insone, fica escrevendo pelas madrugadas, e idealista, pois dedica seu tempo, também, à preocupação com o funcionamento do mundo e a tentar melhorar as coisas do jeito que pode.
haha! Adorei! ^^
haha! Adorei! =]
Quem, no final das contas, não adorou?
Sabe, eu tenho uma história com “Before Sunset”; sempre quando uma pessoa evoca qualquer coisa desse filme eu sonho acordado.
Mas, final das contas, eu já vivo sonhando mesmo. Que a menina nunca deixe de sonhar.
Construção bacana!
Escrevi esse texto na primeira vez que conheci São Paulo:
Vi a Avenida Paulista de um lado
com meus olhos futuristas
Depois a vi atravessada
com meu coração de turista
A impressão que ficou
foi a minha como artista.
[L.F.]
Que lindo. Eu ainda quero escrever muito sobre São Paulo, assim que meu coração sarar um pouco…